Fechando para balanço

"Quando você não sabe onde vai, qualquer caminho te leva", 18 – Capital Inicial.

ampulhetaAs comemorações do ano novo definitivamente fazem parte do passado. Aliás, um mês deste novo ano também. Já gastamos 31 dias, 744 horas ou 4 semanas completas, como preferir. Iniciamos mais um ciclo de 365 dias recheado com trabalho, estudo, diversão e tudo mais que a vida nos proporciona. Acompanhando o Twitter e Facebook ficou claro que em Dezembro pipocaram as postagens do tipo "Balanço da minha vida", "O que deu certo e errado", "O que melhorar" e outros da mesma linhagem. Além das mais do que tradicionais /* e mentirosas */ listas de metas, objetivos e resoluções para 2011. Alguém /* se foi você, me avisa para colocar a autoria */ postou algo que dizia mais ou menos assim: "Fazer um balanço da vida apenas no fim do ano acaba sendo uma sprint longa demais". E é verdade mesmo! Caiu a ficha que avaliar somente no fim do ano como o planejamento caminhou pode ser  /* e provavelmente é */ tarde demais.

Nas três últimas semanas de dezembro definimos metas e "resoluções" para o ano seguinte. Dieta, exercícios físicos, estudo, trabalho e viagens entram facilmente na jogada. Mas e avaliação sobre o andamento disso tudo, como fica? Tão importante quanto estipular suas metas para o ano que inicia é acompanhar o seu desenvolvimento. A dieta começa em janeiro, mas aí vem aquela viagem de férias e depois o carnaval. Para os exercícios físicos até compra-se um par de tênis novo, mas as pancadas de chuva aparecem. No curso de inglês não havia turma naquele horário mais conveniente e acordar mais cedo é inviável. Aquelas postagens que seriam semanais no blog nunca saem dos rascunhos. Geralmente há pelo menos um bom motivo /* será bom mesmo ou é apenas o único? */ para adiar o início da entrada em vigor daquelas "resoluções". E o ano vai passando. Novamente é dezembro no calendário. E você, como muitos, mais uma vez engana a si mesmo repetindo o discurso, com pequenas alterações para disfarçar os velhos objetivos do início de todo ano. E passam-se dois anos. Três. Dez. E a vida fecha seu ciclo… Tem gente que se bobear vai continuar mandando as metas todo ano através de psicografia.

Não quero e nem pretendo sugerir receitas para este tipo de situação. Cada um deve ter a consciência do quão importante é cumprir aquilo que determinamos para nossas próprias vidas. A idéia sim é dar uma alfinetada deixando um alerta no ar. Fique atento às suas "resoluções". Que tal marcar na agenda 4 dias no ano para fazer um rápido balanço de como andam as coisas? E é claro, para também ter uma chance de ajustar aquilo que não está caminhando como esperado. Que tal tentar reduzir o balanço trimestral para bimestral? Logo você estará revisando mensalmente a quantas andam suas metas pessoais. Avalie e obviamente coloque as coisas no caminho certo.

Após entrar no ritmo e perceber os primeiros resultados, o caminho natural será a melhora contínua. Que tal separar um tempo no trabalho toda sexta-feira e fazer um balanço da semana? Em cinco dias de trabalho/estudo quanto você aprendeu? Quanto ensinou? Quantas pessoas ajudou? Quanto você contribuiu para o crescimento de alguém ou alguma causa? Com este balanço será fácil perceber se foram cinco dias a menos no ano ou cinco dias somando experiências produtivas que você irá carregar para sempre.

Temos um mês ainda para o carnaval. Não use este tempo como desculpa para prorrogar seus planos.

Aja! Mexa-se! Tome as rédias da sua vida! Tire o discurso do papel. O principal prejudicado é você mesmo e, sinceramente, poucas pessoas estão realmente preocupadas se você está ou não cumprindo o planejado. Outras ainda estão apenas aguardando a hora certa para soltar críticas nada construtivas sobre sua falta de disciplina.

Boa sorte então! E espero dezembro chegar para ler seus posts comemorando metas alcançadas e definindo "resoluções" inéditas para o ano seguinte.

That´s all Folks.

Até.

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A família crescendo com o LightSwitch

Muitas vezes converso com algumas pessoas que me questionam sobre ferramentas simples para resolver tarefas simples. Coisas onde o Excel deixa a desejar, mas para as quais não  justifica que estas pessoas aprendam a fundo uma linguagem de desenvolvimento. Pense, por exemplo, em um professor querendo fazer um controle próprio de provas, aulas, etc. Só que com uma “cara” mais profissional para mostrar na sala de professores. Ou simplesmente uma vendedora dos produtos de beleza do Grupo Sílvio Santos querendo um cadastro descente das clientes e principalmente do que elas lhe devem no próximo mês. Neste último caso, pense também no lesado do filho que só vive jogando e consumindo litros e mais litros de coca-cola.

A partir de hoje eu já tenho a resposta para essa turma. /* E o lesado do filho da vendedora vai ter trabalho a fazer! */

A Microsoft divulgou que a gestação de mais um produto da família Visual Studio está chegando ao fim. Mais precisamente daqui há 20 dias o Visual Studio LightSwitch /* até então conhecido por KittyHawk */ será apresentado em sua versão beta.

Este novo integrante da família vem preencher uma lacuna que existe entre leigos e desenvolvedores profissionais. Aquela turma que vive “criando” aplicações fantásticas no Excel ou Access. Agora eles têm a disposição o poder do .NET, permitindo a criação de aplicações desktop, web e até mesmo para a nuvem (Azure!). E é óbvio, o usuário tem acesso total para alterar o código da maneira que melhor lhe convier, utilizando para isso VB.net ou C#. /* Não sei o motivo, mas acho que essa turma vai optar pelo VB.net. */

Como o próprio nome deixa claro /* ao pé da letra, um interruptor de lâmpada */ o pilar principal é a facilidade, partindo da premissa que muitas destas aplicações “leigas” são bem simples, sem um caminhão de regras de negócio. E para isso o usuário conta com templates que o guiarão até o resultado final. Simples assim /* eu acho */.

Uso de Templates para criação de formulários (Imagem: Divulgação)

A interface apresentada hoje é clean e o resultado final realmente chama muito a atenção. Os formulários gerados são apresentáveis e a definição de validações ou personalização de objetos parece ser bem intuitiva. /* Observem que o demo foi publicado no Firefox. Será que foi distração? */

Formulário web desenvolvido com o LightSwitch (Imagem: Divulgação)

É claro que este tipo de ferramenta gera ruído entre muitos /* senão todos */ desenvolvedores profissionais. Argumentos do tipo “todo mundo vai achar que é fácil desenvolver” ou “e meus 99 anos de estudo?” sempre vieram/vêm/virão à tona. E não será diferente dessa vez. Ouço isso desde quando comecei a desenvolver e “coisas” como o Visual FoxPro ou mais depois o Access deram as caras.

Mas isto é uma discussão para outro post, já que o assunto rende. O objetivo agora é só espalhar a novidade mesmo.

That´s all Folks.

Até.

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DevDay – Como foi

DevIslandAconteceu ontem em Belo Horizonte o DevDay, iniciativa do DevIsland. Se fosse para resumir o evento em uma palavra e não em um post, eu diria simplesmente FAN-TÁS-TI-CO!

Douglas Aguiar e companhia (Flávio, Rogger Fabri, Eduardo César, Tiago Máximo e demais) simplesmente arrebentaram na organização. Espaço bacana, ótimas palestras e parece que até o público foi selecionado “a dedo”. Alto nível mesmo.

Logo após a performance do Douglas “acordando” o pessoal com o grito de guerra “Developers! What´s your profession?“, os líderes do dotNetArchitects MG Diogo Damiani e Jhonatan fizeram uma rápida apresentação do grupo, com a participação do fundador Giovanni Bassi.

Após as devidas apresentações seguimos para o que realmente interessa, as palestras.

Márcio Sete como sempre conversou conosco de maneira totalmente descontraída. Deixou dicas importantíssimas sobre mercado de trabalho /* Todos perceberam que MG está no eixo principal do mercado de TI */ e principalmente sobre empreendedorismo. /* Com certeza alguém saiu contaminado pelo vírus do “trabalhar por conta própria”. */ Em seguida falou sobre Scrum e ALM no Visual Studio 2010.

Depois? Coffee Break porque ninguém é de ferro. O melhor do intervalo? Networking, com certeza. Se você não foi, perdeu uma excelente oportunidade para fazer novos contatos, de qualidade.

Jorge Assis deu sequência falando sobre TDD e BDD. Além do conteúdo técnico, ao expôr as soluções desenvolvidas na Dito ele reforçou o que o Márcio Sete havia comentado e realmente MG está bombando na área de TI.

Douglas fez a penúltima “palestra” do evento. Entre aspas porque não foi uma palestra, foi uma demo incrível do LiteFX, onde visualizamos o poder do ASP.net MVC.

O encerramento do DevDay ficou por conta do Giovanni Bassi. Falou sobre Domain-Driven Design e a palestra foi o que eu e todos que compareceram já esperávamos, excelente.

Depois dos sorteios e conversas tradicionais deste tipo de evento, fechamos o primeiro /* de muitos que ainda nos esperam */ DevDay com chave de ouro em um almoço bem descontraído.

That´s all Folks. Tentei resumir um pouco do que rolou para aqueles que não puderam comparecer. Fotos e PPT´s das apresentações com certeza serão publicados no DevIsland e DevMinas. Acompanhem por lá, no Twitter do pessoal todo que citei aqui ou no meu.

Deixo duas mensagens finais para encerrar o assunto:

1. O mercado de TI tem oportunidade para todo mundo e mais alguém. Está chovendo vaga de trabalho e faltando pessoal qualificado. Porém você precisa gostar do que faz. Gostar não, você precisa ter realmente paixão pelo seu trabalho, seja desenvolvimento, BD, infra ou qualquer outra coisa.

2. Comunidade é BOM DEMAIS! Se você ainda não está envolvido, meus pêsames. E mexa-se, pois a hora de correr atrás do prejuízo é agora!

Até mais.

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DevDay – Imperdível

Foram abertas hoje as incrições para um evento de altíssimo nível aqui em Minas Gerais. As comunidades mineiras /* como sempre gosto de citar o @marciosete */ estão saindo da inércia que nos tomou por alguns anos e sacudindo a poeira para gerar muita movimentação.

>> Inscrições: https://msevents.microsoft.com/CUI/EventDetail.aspx?EventID=1032454338&Culture=pt-BR

O Big Bang dessa nova onda foi o startup da comunidade DevMinas pelo Márcio e do projeto devIsland pelo pessoal da Siteware /* leia-se @douglasaguiar e cia */. Em paralelo, o Jhonatan e o @diogodamiani, que acompanham de perto o dotNetArchitects, entraram em contato com a turma de São Paulo e as reuniões da “filial” Minas saíram do papel. Diga-se de passagem, até agora tivemos duas reuniões e o resultado está excelente. Para acompanhá-las é só nos seguir no grupo {.Net Architects MG} do DevMinas.

O primeiro “encontrão” foi no Community Launch /* Copa Microsoft */ em março. Evento muito legal, com participação “em massa” da comunidade. Só quem foi sabe o que é, literalmente, assistir palestras excelentes e de dentro do banheiro… rsrsrs.

Para quem já participou de algum dos eventos que citei, o DevDay é obrigatório. E para quem ainda está de fora, aí ele é indispensável. Serão palestrantes de peso, recebendo como convidado o Giovanni Bassi, que dispensa apresentações.

No cenário atual estar envolvido com iniciativas deste tipo é fator determinante para o sucesso, pois afinal não somos ilhas isoladas nesse oceano tecnológico. Vivemos em comunidade, não se esqueça disso! Posso garantir que se não bastasse o fantástico conteúdo técnico, ainda rola o tradicional networking que garante bons contatos. E bons contatos podem /* e com certeza vão */ nos salvar algum dia.

Pronto. Motivos para ir todos já têm. Deixem de lado por apenas um dia aquela cerveja no sábado de manhã, a ida na casa da sogra ou aquele casamento do primo de terceiro grau que você nem se lembra mais /* esse último argumento tem alvo certo */. Você não se arrependerá.

O preço a ser pago por tudo isso? É free, 0800, na faixa… Então corra e faça sua inscrição. As vagas são limitadíssimas.

A agenda do DevDay e a apresentação dos palestrantes estão disponíveis no DevIsland.

That´s all Folks.

Abraço.

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Brasil – Futebol e Consciência

Mais uma vez chegou a Copa do Mundo de Futebol. À primeira vista, o mundo /* ou será apenas o Brasil? */ torna-se perfeito por um breve espaço de tempo. Todos ficam empolgados, as ruas enfeitadas /* e depois sujas */, comerciantes rindo à tôa, bares lotados, alunos de “folga”, funcionários dispensados mais cedo sem cara feia dos empregadores e tudo segue em harmonia.

Bonitas essas coisas do primeiro parágrafo, não? Para nós brasileiros, um povo que notoriamente tem memória curta, não tenho tanta certeza.

Antes de mais nada, gostaria de deixar claro que gosto de futebol. O Aurélio traduz isso muito bem como “ter inclinação por alguma coisa”. Acompanho campeonatos, não abro mão de torcer pelo meu Galo /* sofro bastante, eu sei */ e na Copa do Mundo assisto aos jogos do Brasil e alguns /* poucos */ de outros países. O meu “gostar” encerra-se por aqui.

Mas a vida continua mesmo em época de Copa do Mundo. Meu receio é com o “pós Copa”. Se o Brasil for hexa /* e por todos nós, brasileiros, desejo que seja */ então este receito cresce um pouco mais. Mas por quê? /* Que cara chato! */

Há um evento de suma importância transcorrendo em nosso país, já que coincidentemente estamos em ano eleitoral. E fazendo uma analogia bem popular /* como as que o Lula gosta */, os times que disputam esta “Copa” são poucos, mas a quantidade de juízes é exageradamente maior. E é justamente nesta parte da história que nós entramos.

Se a seleção do Dunga /* medo, muito medo dela */ não ganhar, paciência. Será chato, difícil de aceitar e incômodo. Mas passa. Se a Argentina seguir mais adiante, poderemos torcer para qualquer outro país que jogue contra ela. Ou seja, há remédio. Na pior das hipóteses é guardar as camisas, os enfeites que só podem ser usados para jogos do Brasil e esperar a próxima competição da qual a seleção participe.

Mas e se o candidato eleito não for o que tiver as melhores intenções, o que estiver mais preparado e o que realmente quer fazer a diferença? Como diz minha filha em algumas ocasiões, “hum… isso não vai dar muito certo não pai“. E não vai mesmo.

Não posso, não quero e não vou defender este ou aquele candidato. É obrigação de cada um analisar, analisar de novo, analisar mais uma vez e aí então, antes de se decidir, analisar de novo cada candidato. Posso, quero e vou dizer é que não devemos por nada nesse mundo nos esquecer que todos eles têm acertos e erros em suas carreiras na política /* infelizmente para alguns a proporção entre erros e acertos é de 100:1 */.

Seja consciente! Comece agora a traçar o seu futuro. Os problemas estão por aí bem em nosso nariz e cada um de nós é parte da solução. Apenas reclamar não contribui em nada para consertar o que está errado. Há também os conformados: “eu nem reclamo, não adianta“. Para estes eu digo que permanecer inerte usando o argumento “isso nunca vai mudar” talvez seja pior do que ficar apenas reclamando. Pelo menos quem reclama está fazendo alguma coisa.

Antes de ir direto para o Orkut, MSN ou Facebook ao ligar seu computador, passe antes pelos sites de jornais e revistas /* sim! eles existem e são de graça! */.

Redes sociais, blogs, sites institucionais, sms e aplicativos móveis são alguns exemplos de ferramentas à disposição dos candidatos este ano e /* pode ter certeza */ serão largamente utilizadas. Use-as também a seu favor! A informação está pronta, disponível e só esperando para ser consumida.

Não interprete estas palavras como uma sugestão para sair lendo tudo, sem critério. Avalie a fonte, a origem da informação. O velho ditado “papel aceita tudo“, pode facilmente ser adaptado para “post/twitter/email/scrap/sms aceita tudo”. Não confie em tudo o que encontrar, mas também não ignore tudo.Lembre-se dos emails contando casos sobre a quadrilha que rouba rins e deixa as pessoas numa banheira com gelo ou sobre as inúmeras crianças que poderão ser salvas simplesmente encaminhando a mensagem para 1.234 outras pessoas. Seja seletivo.

Envolva-se. Intere-se. Questione. Discuta. Opine.

O recado é este. Vamos torcer, aproveitar, nos divertir bastante e /* com muito pensamento positivo */ comemorar o hexa. Mas não nos esqueçamos do que anda acontecendo de errado por aí. Este ano o poder para decidir o futuro do país está em nossas mãos novamente. #pensenisso

Para encerrar, o vídeo abaixo demonstra que nem tudo está perdido. Há uma luz no fim do túnel. Sempre há.

That´s all Folks.
Abraço.

Obs.: Para quem não entendeu, o que está escrito entre os caracteres /* e */ deve ser considerado como uma observação particular minha. Em algumas linguagens de desenvolvimento de software o que é escrito entre esta combinação de caracteres não interfere na execução do que foi desenvolvido. Trata-se justamente de um comentário ou uma anotação. A idéia aqui é a mesma. Observe que retirando o que está entre estes blocos no texto o resultado final é mantido.

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Big Bang – Again

“Se você busca resultados diferentes, adote uma postura diferente. Continue na mesma rotina e alcance os resultados de sempre.”

Depois de enrolar muito tempo, oficialmente coloco no ar o meu blog. Pensando melhor, blog não. Um espaço para, mais do que armazenar, compartilhar idéias. Como nem só de TI vive o homem, os assuntos aqui serão variados {assim eu espero}.

Devido a minha rotina, a previsão é que assuntos ligados a tecnologia sejam predominantes, porém devo confessar que nos últimos tempos tenho me interessado muito em outras áreas. Digamos que estou preparando para compilar minha nova versão, a 3.1. E como estou no universo do desenvolvimento {exceto em raríssimas fases da minha existência} desde a versão 1.5, talvez seja tempo de mudar um pouco o foco. E este espaço irá me ajudar a encontrar o rumo certo.

O problema é que penso nestas mudanças e vem o VSTUDIO 2k10, o F4, EF e outras coisas mais para atrair novamente minha atenção. Sem contar a comunidade de TI em #MG que está “saindo da inércia de alguns anos” {como disse muito bem o @marciosete em um evento}.

Vamos acompanhando esta mudança {ou não} de rumo…

Aproveito este post para criar um link com minha primeira experiência deste tipo. Em 2008/2009 fiz duas viagens para Angola e registrei algumas passagens no Rascunhos de Viagem. Como devemos desenhar o futuro a partir dos esboços do passado, as versões RC e RTM deste espaço estão linkadas.

Abraço.

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